ERRANDO MENOS NA MATERNIDADE
Errando menos na maternidade. Dica de número 12. Esta dica será a última deste bloco. ( dentro da primeira, segunda e terceira infância.) Mais tarde, estaremos falando da pré-adolescência, e adolescência. A dica de hoje, é simples, e ao mesmo tempo complexa. Falem sempre com seus filhos do seu amor, e do amor de Deus. Falar aqui, não é só falar da boca pra fora, verbalizando não. É demonstrar, é fazer, é ensinar, é ir, é viver diuturnamente este amor. Se você perguntar a qualquer mãe, se ela ama o filho, ela prontamente vai dizer que ama demais. Que faz qualquer cousa por ele. Mas, na hora da prática, não tem coragem de deixar, de renunciar um turno do seu trabalho, para ficar com ele. Muitas destas mães, deixam seus filhos com outros, para irem a uma viagem, ( Portugal, USA) para trabalharem, com a desculpa de sustenta-los, ou para não deixarem o marido só. Deixam assim os melhores anos, e os mais perigosos anos da vida destes, aos cuidados de outros ou outras. ( Eu conheço uns três casos destes,) Cuidados estes, essenciais e primordiais. ( Não tenham raiva de mim). Talvez, esta minha posição, seja fruto de mais de trinta anos trabalhando com crianças e adolescentes sem donos. Pais, que chegam à escola, e aqui vale lembrar, particulares e públicas, que não sabem quase nada da vida, e comportamento do seu filho. Pais, que nunca nem perceberam que os filhos não enxergam bem, que não ouvem bem, filhos, que não param quietos em sala, que mordem com facilidade os outros, filhos que se mutilam, (comendo pedacinhos dos dedos) filhos que pegam nas coisas, objetos, com dificuldades, filhos medrosos e inseguros, e por aí vai. Quando isto vem à tona na escola, os pais tem dificuldade de aceitar, de entender, e muitos deles, criticam o professor acusado-o de não saberem lidar com seus filhos. Na verdade, em noventa por cento dos casos, os pais não tinham percebido ainda, as limitações, ou detalhes dos filhos. Sabem porque? Nunca gastaram tempo, observando, instigando, cuidando dos detalhes, do crescimento, e amadurecimento dos filhos. Amam demais! Mas, delegam a qualquer um, estes detalhes, estes cuidados. As respostas que dão? "Tenho que pagar as contas. Lá em casa, sou eu e Deus, pra tudo, ninguém me ajuda. Não posso deixar de trabalhar. Tenho que comprar minhas coisas. Emprego tá difícil, não posso largar um turno. Tenho que acompanhar meu marido".. Muito triste! Resposta boa, é: Vou parar tudo. Vou pagar o preço. A prioridade é meu filho, o tempo passa muito rápido, logo crescerão, e eu, voltarei à ativa. Resolvi assumir a maternidade, e gastar o meu tempo com eles. E, não é gastar... É investir. Por que? Eu os amo com todo o meu ser, com o meu tempo, a minha dedicação. Isto, sim é ensinar o quanto você o ama. Quanto ao amor a Deus, quando demonstramos o nosso amor incondicional a este lidar, a este viver a maternidade, como um dom de Deus, automaticamente eu estou ensinando, como é o amor de Deus. O amor de Deus, deve ser ensinado e vivido em todas as sua dimensões. Quer dormindo, ou acordado, quer andando ou parado, na tristeza ou na alegria, na riqueza, ou na pobreza. Ensiná-los: Bíblia, oração, igreja, obediência incondicional a Ele, respeito e amor ao outro. Se você consegui passar estes valores, estes ensinos na sua prática, com o seu viver diário, seus filhos serão como árvores frutíferas, juntos aos ribeiros de água, como disse o salmista. Encerramos por aqui, esta primeira etapa.
PS Todas estas dicas, eu fui pautando em cima, dos meus erros e acertos na minha caminhada com a maternidade. Espero que vocês um dia, possam compartilhar também, a experiência de vocês. Fiquem com Deus! (Facebook)
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DICA 11... Ensine as Palavras Mágicas
Errando menos na maternidade. Dica número 11. Gaste, invista do seu tempo, ensinando seu filho a usar as palavras mágicas. Mas, ensine primeiro com o seu exemplo. Pratique, com ele, e em todos os lugares, onde você, estiver. As palavras mágicas são:Obrigado, ou grato, por favor, com licença, perdão, ou desculpe. Elogie sempre quando estas, forem usadas por ele. Porque estou colocando este detalhe aqui? Vocês, não tem ideia, da falta de educação nas escolas, e em casa, de muitos filhos ao se dirigirem ao outro. Há algum tempo atrás, ( 11 anos mais preciso.) Uma amiga me pediu, para eu, conseguir pra ela, uma babá para seus dois filhos. (espero que ela não leia isso, porque vai saber de imediato que foi com ela Rsrsrs.) Eu consegui. Uma senhora simples, mas, muito educada, porque ela, e a filha, já haviam trabalhado comigo, conhecia já de algum tempo. Ela aceitou. A filha então continuava comigo, e a mãe, foi para esta casa deste casal de profissionais aqui. Depois de uma semana, exatamente de um sábado, a outro, a mulher, foi à minha casa, e disse: D. Cristina, me perdoa, mas, não vou mais à casa da Dra não. ( a minha amiga, estava, muito feliz com ela, e já tinha me elogiado.) Eu, disse: "não, não saia agora não, ela está gostando demais de você, dos seus serviços, falei." "Ela é boa, eu não aguento os filhos dela." Criei sete, e nunca tinha visto e ouvido tanta coisa . Eles , são doidos, mal educados, gritam comigo, jogam as coisas que não lhe agradam no chão, xingam muito, tudo que eu faço, não agrada a eles". "A Sra acredita, que eu nunca vi, aqueles meninos dizerem nem obrigado, e nem por favor com ninguém, nem com os pais?" Olha que coisa! Uma mulher sem uma educação sistematizada (escola), na casa de uma família bem instruída, mas, não educada. Chamou a atenção dela, aquilo que ela sempre ensinou na casa dela, aos seus sete filhos, e ali, não havia. Não havia harmonia, não havia organização, não havia respeito um pelo outro. Perguntei logo, haja vista é a minha área de atuação. Você, tem visto os pais dos meninos, usando estes termos, muito obrigada, desculpe, com licença, dentro de casa com eles, e com os outros? " Não. Pelo menos no tempo que fico lá, não." Dentro da pedagogia, nós temos muitas correntes de estudos, mas, o que é unânime entre elas é: instrumentalize a criança, dê subsídios, ensine, instrua, com o fazer e refazer, (lúdico, prática) que ele vai aprender. O que é que está acontecendo? Eu, posso até falar, até mandar, até repreender, mas, se não tenho dado os instrumentos para o fazer, e refazer do meu filho, que são: O meu testemunho, o meu praticar, o meu viver, estou perdida! Criança vê, criança faz. Sou uma mãe fraca! Quando começa esta "escada" de crescimento da educação do bebê? Do berço. Eu, e você, já ouvimos muito falar... educação vem de berço! Pois é verdade. Escola não educa, escola ensina conhecimentos científicos, escola interage com outros, pode até ensinar um pouco de cidadania, mas, a nobreza, a afetividade, o respeito, as palavras mágicas, o trato com o outro. É o berço. Sou eu, é você. O que seus filhos fazem em casa, de bom, farão na escola. O que fizerem de errado, de ruim em casa, farão na escola também. Se as palavras mágicas são corriqueiramente usadas dentro do lar, por certo mãe, eles usarão em todos os lugares, e serão admirados, por todos. Podem crer nisso? Creiam de verdade!
Ficamos por aqui hoje. Fiquem com Deus! Até mais! (Facebook)
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DICA 10... Não Duvide
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DICA 09... Elogie e Repreenda
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DICA 08... Dê Atenção
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DICA 07... Não Zombe
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DICA 06... Prometeu, Cumpra
DICA 05... Toque e Abrace
DICA 04... Não Compare
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DICA 03... Respeite a Privacidade
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DICA 02... Dê-lhe Espaço
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DICA 01... Seja Coerente
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