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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Preparar Pessoas (3)

Resultado de imagem para preparando filhosBom dia! 

Então, continuando com o texto de ontem, vocês perceberam nas entrelinhas , porque muita gente, prefere gastar tempo e dinheiro com bichinhos de estimação. Quando estes, são cuidados, amados, e protegidos, eles dão logo um retorno. Companhia, fidelidade, servidão, aprendem rápido a ouvir comando, estão sempre disponíveis quando seu dono está perto, comem o que lhe dão, sem reclames. Não são exigentes ou intransigentes, não dão calote em ninguém, não suspeitam mal dos donos, não agridem verbalmente aqueles que lhe cuidam , etc, etc.

Eu, não querendo ter trabalho, nem dor de cabeça com ninguém, vou caminhando por este lado. E, assumo: isto me dar prazer, me relaxa! Há coisas muito mais profundas que tudo isso, e estes, não dão conta, pela própria natureza. Não foram criados segundo a imagem de Deus, não elaboram, não fazem planos, não dialogam, não resolvem os nossos problemas de saúde, não nos ajudam nas tarefas de casa, não sorriem ou choram com a gente, não nos elogiam verbalmente, não nos dão conselhos quando precisamos... Vocês aí podem estar pensando: Cristina, não tem nem comparação! O ser humano, é ser humano, ele é muito mais completo, desde o Édem. Pois bem... Por que então, conseguimos chorar, gratificar, gastar 300, 600 1000, 2000 Reais (isto sendo humilde) com um gato doente, um cachorro doente, ou porque desapareceram. E, não nos incomodamos com um ser humano, da nossa espécie, por quem Cristo veio morrer, dar a sua própria vida? Posso vê-lo, pegando, do lixo sua comida, dormindo na rua, caído ao chão, por drogas... Orfanatos lotados de crianças querendo um pai, ou mãe, asilos lotados de idosos... "Não me incomoda! O governo tem que cuidar!" E vou levando a vida... E, já acontecia exatamente isso , na época de Jesus. A parábola do Samaritano, é uma prova disso. Muitos passaram! Cada um com o seu foco, com seus interesses, suas preocupações. Não acudiram! Quando venho refletir sobre isso, a primeira da lista que coloco, sou eu mesma. "Que estou fazendo se sou cristão?"

Há uma luz no fundo do túnel! Tem gente que cuida, que gasta tempo, que prepara, que investe, em gente. Graças a Deus por estes! Este samaritano mesmo, foi um deles...Temos muitos exemplos... José do Egito, mesmo odiado, vendido pelos seus próprios irmãos, acudiu-os na fome. Cuidou, amou-os, protegeu de muitas outras crises. Moisés, investiu em Josué e Calebe, para a continuação da caminhada com o povo. Noemi e Rute, uma, cuidou da outra até o tempo certo, com estratégias. Jesus de Nazaré, preparou muitos, para o lidar com a vida cotidiana aqui na terra. Quem você e eu, temos ajudado? Quanto temos investido de tempo e bens, na ajuda de preparação de pessoas?

Lidando todos os dias com gente, fico fazendo leituras de pessoas, e me deparo com cada coisa... Pais, que estão mais preocupados em postarem comportamentos, sorrisos, brincadeiras, poses, coisas engraçadas dos seus filhos, do que instruindo nas rotinas saudáveis, dos bons relacionamentos, da boa música, das boas conversações, da fé... Fé tem que ser ensinada, a partir de quem é Deus? Como devo ser em relação a este Deus, ao outro, a comunidade que faço parte, ao respeito a família etc.

Se, nem isto, sou capaz de preparar, de ensinar, que mundo teremos? Sei que a humanidade nunca foi nem melhor, nem pior do estamos vivendo hoje. A história, é cíclica! Mas, devo raciocinar, a partir do meu habitat. Meus filhos, meus netos, meus empregados, minha família, meus colegas de trabalho, minha igreja, conseguem me ver pelo menos parecido com Cristo? Tenho equilíbrio, maturidade para ajudar a humanidade ser um pouco melhor? Preparar gente, requer primeiro, um preparo de nós mesmos. Tenho o que, para dar ao outro? Posso contribuir para o bem viver de alguém?

Por aqui encerramos este foco de preparações de nós mesmos... 
Até mais!! Fiquem com Deus!

(Facebook)

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Preparar Pessoas (1)

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Preparar pessoas...

Que tarefa difícil! Preparar algo, para agradar alguém, agradar o outro, é difícil, mas, não é impossível. Preparar coisas, para se auto agradar é gostoso, é gratificante! Exemplo: enxoval do bebê, uma festa de aniversário, uma reforma na sua casa...Agora, trabalhar, construir, preparar pessoas, "moldar" ensinar, lidar com gente! Esta, tenho uma impressão, que foi a mais trabalhosa, laboriosa e demorada tarefa que o Criador deixou para a humanidade. 

O ser humano, é complexo! O manual, para criar gente, varia das mais vastas experiências pessoais particulares.."Eu fiz assim, eu deixo assim, eu não fiz isso e deu certo, puxou a raça,e por aí vai..." Pessoas, buscam, auto ajuda, ajuda de terapeutas, de padres, de pastores, dos mais variados tipos de líderes, livros, culturas, famílias, bíblias variadas, grupos de apoios, cursos de capacitação, uma infinidade de coisas, e ainda assim você não consegue, preparar a pessoa, como você um dia, planejou, sonhou... Exemplo: filhos, netos, líderes, empregados, políticos, ou qualquer pessoa, que no seu coração, você planejou ajudar, orientar, etc. 

Estava eu, lendo um texto agora, nestes dias de férias, me deparei com a seguinte afirmação: "amo estar com os meus cachorros, eles me fazem bem, é o melhor vizinho e parente que tenho..." A que ponto chegamos! Com todo carinho e respeito aos bichos.. Haja vista, não seria politicamente eu, correta, se não gostasse de algum bicho. Desculpe-me a todos e todas, que se ofendem, quando me refiro ao cachorro, ao gato chamando-os de BICHO.

Mas, vou encerrando por aqui hoje, dizendo que tem muita gente que tem muito sucesso sim, na sua caminhada de formador de opinião, de instruidor, de educador, de discipulador, de gestor de gente. Vamos conversar por aqui, conhecendo, e refletindo sobre estes muitos e muitos pais, líderes, mentores, que fizeram um ótimo trabalho, ao passar, ao compartilhar, ao dividir seus conhecimentos, suas experiências com outros. 

Fiquem com Deus! Até amanha!

quinta-feira, 16 de março de 2017

A Tentações Cotidianas

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Estou pensando hoje, em Jó.

Há um ditado muito comum que diz: "Nenhuma desgraça vem sozinha. Vem sempre acompanhada, de uma desgraça maior."

Dizem os entendidos da mente humana, que nós precisamos de muitas emoções, de esquemas, de confrontamentos, para sairmos de uma letargia, da monotonia, dos marasmos. Passando por estas circunstâncias, seremos humanos melhores, mais produtivos, apurados em nossa essência. Mas, se perguntarmos a alguém, quem gostaria de passar pelas experiências de Jó, acredito que ninguém gostaria. Jó, além de perder, bens, filhos, poder, mordomias todas, perde também a saúde no capítulo 2, do livro de Jó. No verso 7 deste mesmo capitulo, o seu corpo fica coberto de feridas purulentas, dos pés a cabeça. Sua mulher, então vendo o sofrimento a humilhação, diz; Amaldiçoa o seu Deus, e morre.

Gostaria de fazer aqui, algumas considerações. 1ª, Pessoas, quando são atingidas ou grudadas, ou alcançadas pela graça inefável de Deus, aprendem de verdade a dependerem Dele. Aprendem a não murmurar. Aprendem a colocarem em prática, aquele texto que diz: (1 Tes 5:18) "Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus, em Cristo Jesus". Foi o que Jó fez. Aceitou tudo, com sobriedade, maturidade, dando testemunho de um Deus soberano que pode todas as coisas. Dar, e tirar. E, ainda assim, continuará sendo o Deus, Senhor da vida de Jó.

2ª Não considero ou considerei que a mulher de Jó, fosse louca, ou sem maturidade, ou não amasse Jó. Vejo justamente o contrário. Diz a Bíblia, que todos se afastaram de Jó, mas, ela continuou ao seu lado, nos piores momentos. Este casamento deles, foi a prova, de luto, da pobreza, humilhação, e agora doenças. Ninguém pode abrir a boca para falar que a mulher de Jó, foi leviana, que foi fútil , sem amor, sem misericórdia com o seu esposo. Em todo o tempo, ela estava ali, aguentando tudo junto com ele. Só que chegou uma hora, que ela cansou, estressou, e desabafou com o seu companheiro. Infelizmente nós mulheres temos uma língua muito afiada, e chega em determinados momentos, que passamos dos limites, e ofendemos a quem amamos. Quer filhos, marido, ou quem estiver por perto. (rsrsrs) Existem aquelas, mais comedidas, que conseguem sofrer muito, e mesmo na dor, ficam caladas. Parabéns a estas!

3ª consideração. Todos os dias somos vítimas de tentações várias. Quer com parentes, amigos, colegas de trabalho, doenças que nos advêm, e não devemos sair atirando no mundo, a nossa infelicidade. Ela é nossa, e devemos aprender com ela, sermos pessoas melhores, pessoas abnegadas, pessoas mais tolerantes, mais dependentes de Deus. Assim foi Jó.

Por hoje é só. 
Fiquem com Deus!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Uma Reflexão Sobre a Escola de Nossos Dias

As escolas de qualquer sociedade refletem os padrões da própria sociedade que as abrigam e as mantêm. Neste sentido,  estaremos refletindo um pouco, o que está priorizado, pregado, nesta sociedade.  Sabemos que a estrutura da família está sendo atacada; se as âncoras de comportamento estão sendo removidas; se  o encorajamento à disciplina pessoal tende a desaparecer; se o individualismo, as coisas, e não as pessoas são importantes neste momento, as escolas são meras comunidades nas quais encontraremos a mesma formação, mesma deficiência, mesmas mazelas morais. Sociedades disciplinadas e preservadoras de padrões morais  abrigam, escolas disciplinadas, equilibradas, incentivadoras da moralidade; sociedades  permissivas, escolas permissivas, pais fracos,  estudantes débeis e fracos também.
 “ No meio de nossa sociedade, com bases morais cada vez mais desacreditadas e atacadas, e, na grande maioria, são pais que não cuidam, não são atalaias da família, não querem mais “gastar” tempo, ou como eles mesmos afirmam: “ Não vou ficar vindo a escola mais não, porque, eu, tenho mais o que fazer. Eu, “trabalho.”    Fica muito difícil uma harmonia, um caminhar bem, desta instituição.”
 Se procurarmos,  nas escolas, alguma orientação comum, alguma corrente de pensamento identificável, alguma filosofia predominante nelas e na formação pedagógica das últimas décadas, esbarraremos no CONSTRUTIVISMO. Construtivismo é a teoria do pensador suíço Jean Piaget, que considera o conhecimento como sendo resultado das interações da pessoa com o ambiente onde vive. Neste conceito, todo conhecimento é uma construção que vai sendo formada, firmada, desde a infância, no relacionamento  com os objetos físicos e, ou culturais que as crianças entram em contato. Resumindo meio que de maneira rasa e simples. O professor, só é um agente facilitador do conteúdo. Com tantos métodos, teorias, quando na verdade neste pós-modernismo, nós, não estamos identificados em nenhuma linha de trabalho, de pesquisa. O que é real para todos nós? Que navegamos sem destino. Tudo fazemos em sala, passamos mais parte do tempo fazendo ajustes de concentração, de acolhimento, de  auto estima deste aluno, e nos perdemos nas lições e  nos conteúdos.
Não sabemos onde temos ou queremos  chegar.  Antes, todos nós professores, tínhamos em nossa bagagem a necessidade de ser referência, de sabermos no mínimo o que queríamos com o nosso aluno. Deixa-lo autônomo, crítico, competente nos conteúdos estudados em sala, para que este, pudesse  entrar para o mercado de trabalho, e pudesse se  tornar um cidadão  de bem, para esta sociedade em que estamos todos inseridos. Hoje, temos nos desgastado tentando administrar todos os tipos de carências, de fraquezas, de agressividades, de inseguranças, de falta de amor, de falta de educação, de falta  respeito, de uso  drogas, da falta de limite de 70% do alunado. Ouço todos os dias: "Dou tudo a meu filho, o melhor celular, é dele, e o que é que  ele faz? Não me respeita,  não estuda só me dá trabalho, não dou mais conta dele...   blá , blá, blá, blá".
Gostaria de ressaltar neste texto, que não tenho nenhuma dúvida em  dizer , em afirmar, que o fator predominante de todos estes problemas, chama-se: Pais fracos, sem pulso, sem nenhum tipo de afetividade, sem direcionamento. O que Deus lhes entregou,  para serem responsáveis, não cuidam. Toda regra tem  exceção. Há  portanto, uma média de 30% de pais comprometidos com a educação integral do seu filho(a).
Para os  Pais. Vocês pais, vão observar tudo isso passivamente? Vão continuar desinteressados na forma de educação dos seus filhos, confiando  que é a escola a principal responsável pela formação moral, social e espiritual do seu filho? Há um grande equívoco da sua parte.  A educação vem do berço, esta é uma máxima que nunca devemos esquecer.
Muitos pais tem perdido o controle do filho já na primeira infância, o que dizer então da adolescência? Deixo um texto para reflexão;
I Timóteo 5:8 “ Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos de sua própria casa, tem negado a fé, e é pior que o descrente”.
Efésios 6:4 “ E vós, pais,....criai os vosso filhos na disciplina e na admoestação do Senhor” .
Digo aqui, o que ouço muito de muitos. “Eu, o mando estudar, eu ensino, eu mando ir a igreja, eu brigo, eu proíbo....” mas, não tem dado testemunho, não tem acompanhado diuturnamente os passos, isto é admoestação, e acima de tudo, não tem lhe dado atenção, para conversar, sair juntos, compartilhar as coisas boas ou ruins da vida como uma família comum faz.
Encerro perguntando: Qual é mesmo então, o papel da escola? Sempre foi e  sempre será o seu papel primordial, transmitir ao educando o conhecimento  científico. Exemplo: Ensinar História, Matemática, Português, e por aí vai.  Outros fatores acontecem naturalmente. A socialização, a interação com professor e colegas, as reflexões críticas dos comportamentos etc.
Hoje, a dispersão, o descaso de muitos  pais, este poder imenso das mídias, (celular na mão)  de crianças, tendo todo tipo de acesso a qualquer notícia sem nenhum monitoramento dos pais, são os grandes vilões das escolas, e conseguinte da educação, especialmente em Teixeira de Freitas, que é onde trabalho há 22 anos como educadora.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Decisões, Aprendizados e Decepções...


Bom dia !! Estou de férias ! Muito feliz mesmo. Depois de algum tempo sem escrever nada, volto hoje com algumas reflexões sobre posicionamentos e decisões que tomamos na vida. Tomar decisões é sempre um momento de conflitos, de stress, de "envelhecimento", sim, de envelhecer. Li em algum lugar, que cada vez que temos que fazer escolhas, que vão mudar a nossa rotina, o nosso eixo norteador, envelhecemos dez anos. Parece exagero mas, não é. Nós, queimamos muitas calorias, nós nos agredimos  com doses de adrenalina no organismo. O tempo que levamos para as tomadas de decisões, vamos sofrendo. Para isso, trago a memória  mais ou menos  o Jardim da Oliveiras, com Jesus e os discípulos naquela noite que antecedia o martírio do Sinédrio. Quero trazer a memória daqueles que estarão lendo este texto, quanto é triste tomar decisões. Digo aqui, das decisões mais simples, como uma roupa para se vestir, casar, ou separar, uma mudança de hábito. Ter que suspender açúcar, sal, farinha, decidir emagrecer, mudar de casa, ter um filho, não importa; você vai ter que optar por algo. Não é bom. 

Neste mês, eu tomei uma decisão muito acertada, e eu, estou muito feliz. Deixei a Secretaria de Educação desta cidade, com a convicção de ter feito uma das melhores coisas deste ano. Desde o início, estive á frente desta pasta, (Secretaria), e tentando ser feliz, tentando dar o melhor de mim, como tudo que me proponho a fazer. Mas, não consegui. Muitos eram os entraves.  Vale a pena ressaltar, que quanto as relações com todos, não tenho nada a reclamar. Dentro da secretaria, eu entendia ou acreditava, que estava com uma excelente equipe, pois eu mesma havia escolhido uns 90% dos profissionais que ali estavam. Modéstia a parte, sempre nestes 50 anos de idade, tenho acertado nas escolhas que faço, quanto aqueles que se juntam a mim, especialmente no trabalho (quando posso escolher ou optar, claro). Então, acertei naquela equipe. Quanto aos meus colegas da educação, sempre os tive na mais alta estima e respeito, porque comungo das mesmas dores e alegrias.  Os colegas de Prefeitura, secretários e os demais, pessoas muito gentis, e me dedicavam muito carinho..Então, penso eu, o meu trabalho tinha tudo para dar muito certo. E, deu. Não tenho dúvida, que até o dia 9 de Julho  foi bom. 

Mas, eu não tenho nenhuma intimidade com as práticas políticas, com as estratégias, com os arranjos, com os jeitos, com os interesses bem próprios de alguns da oposição ou não, que tem se colocado, como donos de decisões, das pessoas, que precisam se dar bem, para compensar, não sei o que, ou quem... Nunca me passou pela cabeça que política tinha disto... Eu, achei que todos que estavam nela, eram para  fazer a diferença nas melhorias de uma coletividade, na melhoria de um povo, de um bem comum a todos. Que não estaríamos nela,  por interesses próprios  de beneficiar A ou B, porque "me ajudou na campanha", porque "votou no meu partido", porque "gastou assim, ou assado, para me eleger". 

Eu achava, que o governo vinha do povo, e era para o povo. (Não para alguns). O Homem em sua essência é um ser gregário, solidário, que chora com os que choram, que não suspeita mal, que no mínimo, quer fazer o que é correto, para ser justo, e dar motivos certos, sérios para ser reconhecido, como um ser honesto, justo e trabalhador, e ser re-eleito com honras. Mas, temos um povo realmente doente, e aqui eu me incluo também. Nós só queremos o ter, o ser,  e esquecemos que o teu, é que é mais importante. Fazer para o outro, nos faz mais humanos. Os políticos, os bons e os maus, são como todos nós, o povo: Sempre que possível, honestos e desonestos, justos e injustos, altruístas e egoístas, exigentes e intransigentes consigo e com os outros, incorruptíveis e corruptíveis, em vários momentos do dia a dia de cada um. Além desta motivação para serem o que são, nossa facilidade ou dificuldade em entendê-los, julgá-los, noticiá-los, perseguí-los, depreciá-los e condená-los pode ser outro vilão na formação das prioridades de cada um deles, no exercício de seus mandatos.

Tomei a melhor decisão. Recolhi-me a minhas insignificâncias, à minhas utopias, aos meus sonhos de mudanças. Acorda! tu que dormes, sai, vai com Deus! Vai sonhar lá no Piauí na sua infância. Os tempos são outros. Amadureci, envelheci, desisti, fugi..

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Lamentável Episódio entre a Flor e o Beija flor


Bom dia amigos e amigas. Vou defender minha esposa, de novo, como pessoa, como educadora e como, até aqui, Secretária Municipal de Educação, função honrosa que recebeu para, de uma forma singela, servir a esta cidade que aprendemos a amar muito e querer o seu bem. Num dos jornais respeitados de nossa cidade, numa reportagem [Leia Aqui] assinada por uma, também, respeitada repórter, uma peça muito completa afirmou que, segundo o título da mesma, a “Secretária de Educação insinua que a imprensa é como urubu”, que “Problemas na Escola Bom Pastor, documentados em foto e áudio, seriam vistos apenas com o olhar “maldoso” da imprensa”. Faz parte desta defesa o reconhecimento sincero e óbvio, de nossa parte, para com o Jornal em questão, considerando seu papel, sua história, seu serviço social, e, principalmente, a idoneidade dos profissionais que ali atuaram e atuam.

Nesta defesa vou apontar cinco virtudes muito presentes no texto e na intenção da reportagem: Uma é a presença toante da imprensa, esse canal maravilhoso de sustentação da democracia que queremos e precisamos; a segunda virtude é a atenção dada à denúncia que receberam, e mesmo que tenha sido um arranjo interesseiro de partes, visando o prejuízo no fruto produzido, foi uma denúncia, e corretamente foi “auscultada”; a terceira virtude foi a busca de se ouvir os dois lados envolvidos na questão, mesmo que num entendimento ou outro, uma versão tenha sido mais argumentada que outra; a quarta virtude, buscando a melhor informação possível, é o apontar de tudo, ou quase tudo que realmente falta para que o projeto seja o ideal que se quer, embora devesse ser considerado o avanço que já se foi dado diante do nada que existia; por último, embora hajam mais virtudes, a quinta é o espaço que se deu ao fato, no corpo do jornal, considerando a matéria significativa para toda a comunidade.

Da mesma forma, aponto, na defesa que faço, três graves erros, no mesmo texto, na mesma reportagem: um deles é a pincelada feita, no início da reportagem, nas falas da Secretária de Educação, com afirmações fora do contexto, com inserções tentando, a todo custo, contextualizar de forma aderente aos objetivos da reportagem; se o autor daquela edição de falas usasse a orientação do “faça ao outro o que queres que o outro lhe faça”, com certeza o pincelamento seria muito diferente do que está no texto.

Outro erro grave é a negação da existência da imprensa urubu; ela existe, enquanto a imprensa beija flor informa sobre o que vê, o que acontece, apontando avanços e atrasos, positivos e negativos, feitos e desfeitos, a urubu desinforma, este é o objetivo dela, busca mascarar a realidade, apontando só o que não há, transparecendo que nada há; ela é oposicionista, não interessada nos beneficiados, mas nos que se beneficiam com a desinformação; ela é chantagista, promove meios para extorquir, de alguma forma, os que serão atacados por sua reportagem; ela age como beija flor aos que lhes oferecem vantagens enchendo suas páginas de boas notícias e suas colunas sociais com os rostos e os esbanjamentos de seus personagens; ela é provocadora, vive de piadinhas e indiretas pejorativas, de “gritinhos histéricos” para promover intrigas baratas e o desconforto dos desafetos; ela é falsa, diz que quer uma coisa, mas busca, na verdade outra, diz que quer o bem comum, mas o que interessa é a falha dos perseguidos para que tenha conteúdos nos seus reclames; assim, não há como negar que exista a imprensa urubu.

Outro erro que aponto aqui é erro comum, até mesmo entre os religiosos, e em particular, os evangélicos; há os que, em nome de uma fé esquisita, falam e fazem coisas absurdas, ofendem o direito de outros, e depois quando vão colher o preço das tolices que promovem, tiram o corpo de lado, e chama toda a categoria para pagar o preço; há os que gostam de afirmar que há uma perseguição religiosa, contra todos os evangélicos, quando foi ele, sozinho, que cutucou a situação de forma errônea; a reportagem afirma que urubu, para a Secretária de Educação, é toda a imprensa, como se naquele momento a repórter fosse a imprensa, e não uma, entre muitas, da imprensa. Sabe lá o que ela disse, ou afirmou, à entrevistada, antes ou durante a entrevista, para colher a resposta que recebeu (não os pincelados fora do contexto), e depois chamou toda a imprensa para pagar o mico? Este é um erro gravíssimo, não ser forte suficiente para colher o que plantou, e então convocar, obrigatoriamente, todos os colegas para fazer isto; outros jornais, outros repórteres, na mídia escrita ou digital, até mesmo de rádio e televisão, já estiveram, como beija flor em contato e entrevista com a Secretária de Educação, mesmo apontando acertos e erros na atuação da Secretaria Municipal de Educação, incluindo a Escola Bom Pastor, e todos foram tratados com o devido respeito por ela; provavelmente a mesma repórter em questão, também.

Finalizando esta defesa entendemos que na entrevista a Secretária de Educação fez uma comparação muito bem feita da vida, inclusive sobre a Escola Bom Pastor, e que funcionou como carapuça, mesmo que não tenha sido esta a intenção; entendemos que a repórter e o Jornal aceitaram indevidamente esta tal carapuça, pois sob hipótese nenhuma alguém pode entender este Jornal (Quase Oficial da Cidade), bem como seus profissionais, seja como um Jornal Urubu, pois nenhuma das características já mencionadas sobre este tipo de imprensa, esta entidade essencial à nossa sociedade possui, e nunca possuiu em sua longeva história; pessoalmente, também, rejeito a figura da águia para a imprensa que é desenvolvida por este respeitado informativo, pois a figura desta ave é o que conhecemos quando alguém diz: “fulano é uma águia”, e isto não é algo que considero positivo para um trabalho sério que durante anos tenho acompanhado de perto; águia é um cara “esperto”, que leva vantagem em tudo, aproveitador, explorador dos outros, que sabe tirar proveitos de tudo. Lamentamos todo este episódio, todo este mal entendido entre a flor e o beija flor, pois tanto a Secretária de Educação que conheço, quanto um jornal honrado que também conheço, num momento infeliz, trocaram farpas, mas que acredito, pelo bom senso que envolve os dois lados, será algo momentâneo, favorecendo um futuro promissor para os dois lados, e principalmente para a nossa Teixeira de Freitas.

Pr.Jônatas David - 27 de Maio de 2013

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Todo Mundo Ganhando com Ela



Converso aqui como marido, o esposo que o Senhor Deus me tem dado o privilégio de ser desta mulher que é tudo isto que este blog (www.boaopiniao.blogspot.com) já tem demonstrado que ela é, pelo que pensa, reflete, escreve, vive e sempre revive com o mundo ao seu redor. Depois de muitos momentos importantes saboreados em sua caminhada de vida, eis mais um que pode ser refletido no aplauso carinhoso e respeitoso que recebeu no último encontro entre servidores públicos da cidade de Teixeira de Freitas. É a mesma mulher quando sozinha para ela, quando sozinha para o esposo e a família, quando sozinha para Deus, quando sozinha para todo mundo que dela se aproxima. É a mesma mulher quando coletiva para a igreja, para a educação, por onde passou e por onde exerceu sua profissão de educadora, exímia educadora. Está vivendo este novo momento no seu sozinho e no seu coletivo. Está dando muito de si para todos que já desfrutavam de sua sabedoria e meiguice nordestina, do seu charme e encanto excedente, e, agora, para muitos outros que se aproximam pela força de sua colaboração em favor da educação desta cidade. Secretária Municipal de Educação, uma Prefeitura enorme dentro de outra Prefeitura, um mundo específico, dentro do mundo gestor nesta enorme cidade de enormes dificuldades, inclusive nesta área onde ela está atuando. Esta função é muitíssimo grande, enorme, mas não é maior que ela, com um reclame aqui e outro aculá, com um choro aqui e outro a chegar, ela se mostra maior, muito maior, consegue aglutinar tudo e todos na mesma ondulação do que se pretende. Perdi uma boa parte da esposa, um bom tempo dela, uma grande atenção dela, mas, ao mesmo tempo, ela está me dando o privilégio de ter uma ou mais causas nobres para estar sofrendo isto e ainda assim estar me sentindo realizado. Sim, sinto-me realizado, agradecido a Deus, até, por estar dando minha colaboração para esta cidade que tanto amo, que tanto anseio ver no patamar que merece, e que acredito tem tudo para, agora, desta vez, chegar; por estar dando minha colaboração a alguns dos grandes e muitos amigos que tenho nesta gente bela de Teixeira, o Prefeito Dr. João Bosco, o Vereador Ednaldo Rezende que foi quem a convidou e outros tantos nomes que estão participando direta e indiretamente para o bom desempenho da nova gestão, e, em consequência, facilitando a vida e a atuação dela. Cristina, Isabel Cristina um monstro de liderança no seio da igreja, um monstro, em nome da igreja, no que é chamada para fazer em benefício da população. Uma Bela no meio de tanta Fera, o enfeite maduro e sintonizador do início desta nova gestão. Todo mundo torcendo por ela, e pelo resultado de sua passagem por aquela Secretaria Municipal, todo mundo ganhando com ela, todo mundo torcendo para continuar ganhando dela.
          
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Texto também publicado em...
http://www.banoticias.com.br/?p=10200
http://www.teixeiraverdade.com.br/destaque/pastor-jonatas-david-homenageia-sua-esposa-em-blog/

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Dia do Professor

Professora com alunos lendo livros

Todo dia é dia de professor. Todo mundo é professor de alguma coisa. Mas, neste dia 15 de outubro, está institucionalizado como dia do Professor. Que bom! é um feriado. Professor, mais do que ninguém gosta de um feriado. Muitos aproveitam para organizar um pouco a vida particular, já que durante os dias letivos, o foco é outro. Aula, aluno, horário, prova, traslado de uma escola para outra, etc, etc. Quando adolescente, gostava de ir a escola, gostava de ver os professores, gostava de ver os colegas, gostava de estar dentro da escola, conversando, lendo, produzindo dramatizações ou programas com os colegas, para arrecadar dinheiro para as festas de fim de ano. Lembro com carinho da voz, dos gestos, de algumas roupas, de falas engraçadas,  de muitos dos meus professores do  antigo ginásio (5º ao 9º ano) no Instituto Batista Correntino. Percebíamos o respeito, o carinho de todos nós estudantes daquela instituição. Havia paixão pelos times de futebol, de voleibol, paixão pelas aulas de Educação Física, pelas preleções toda quinta feira da semana, pelos desfiles do dia sete de setembro, pelas viagens de excursão para alguma capital do país, quando passávamos do primário para o ginásio, do ginásio para o segundo grau, e quando no último ano, junto a escola. O que será que mudou? Os professores era nossa referência para a vida. Todos imitávamos os professores, sonhávamos (em quando crescer, quero ser igual tal professora...) D. Carmen, D. Sônia, D. Stella, D. Nizete,  Dr Hélio,  D. Noemi, D. Sue, Seu Carter, Tia Edy, Tia Eliene, D. Céres. Hoje: O que dizer hoje dos alunos, dos mestres, da instituição? A estrutura continua a mesma. Os livros continuam os mesmos, os móveis, os recursos com muito pouco avanço (máquina de escrever para o computador) e mais as informações que temos na net...Será que esta diferença, provocou tanta mudança, a ponto de não haver prazer, motivação, ajustes,crescimento, mudança, nos alunos? Em outro momento gostaria de compartilhar um pouco do que experiencio dentro da escola dos dias atuais. Fica aqui então, minha pergunta: Tem jeito desta escola, do jeito que está aí, voltar a ser aquela de outrora, que nos deixou a todos com tanta saudade?

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sou fora, o que sou dentro de casa.

A Vida Cotidiana. 


A vida cotidiana, é um conjunto de atividades que caracterizam as reproduções particulares criadoras de possibilidades totais e permanentes, de uma produção social. Sociedade nenhuma pode existir sem uma produção particular. E, Não há homem particular, que sobreviva sem sua própria reprodução ou sua produção particular. Em toda sociedade, há pois uma vida cotidiana. Sem ela, não há sociedade. Conclui-se pois, que todo homem deve ocupar então este seu espaço particular. A família é o centro organizacional da vida cotidiana. A família é quem educa, ela é a base de todas as produções, e operações. É o lugar de partida, e é, o ponto de retorno. Nossa casa é por tanto o início e o fim de nosso desenvolvimento, de nossa autonomia. É na família que se determina as relações mais imediatas entre o homem e a mulher. 

Resgatar a vida cotidiana é uma coisa muito mais difícil do que poderia parecer a uma simples vista. Se faz necessário vive-la, submergir nesta realidade todos os dias, para a partir daí então, se fazer o resgate, ou ajustes nesta família. Geralmente, os problemas familiares, precisam de uma pessoa externa ao problema, que possa fazer algumas observações, e interferências, de forma mais objetiva e precisa a este grande mundo que os rodeia. Sua casa, sua família. Há uma importância vital de reconstrução da esfera cotidiana, de uma casa, na vida de qualquer homem. Fica quase que impossível, fazer consertos dentro de um lar, se a família não resgata uma rotina, uma vida cotidiana, arrumada em seus afazeres, suas etapas, distribuídas com todos dentro de casa. O meio social em que vive a pessoa, vai repercuti, diretamente e vai depender do seu desenvolvimento cotidiano. (Rojas Soriana, A Ruiz del Castilho. Plaza y Valdés Editores. México 1991 ) 

Temos visto uma sociedade doente, e devemos reconhecer a importância de como esta pessoa foi criada, foi formada. Ela, por certo vai responder aos estímulos de sua casa. A vida cotidiana de uma pessoa pode ser considerada como um conjunto de atos que desenvolvemos mecanicamente de forma rotineira de ver a vida, e de enfrentar os problemas diários de nossa vida. Muitas vezes, me deparo com cada tipo de mãe, de aluno, na escola que trabalho, na igreja que frequento. Meu Deus!! esta pessoa, não sabe cuidar nem dela mesma.. como pode dirigir uma outra vida? como pode orientar alguém, quando a vida dela, é uma bagunça? Os filhos não tem menor respeito, são alunos desorganizados, desmotivados,são crianças solitárias, perdidas dentro da sua própria vida cotidiana, dentro da sua própria casa. Tem meninos que comem na primeira refeição, cheeps! sabem o que é uma mãe, dá cheeps, permiti que eles saiam de casa, sem nenhuma refeição, para estimular o cérebro? meninos que não fazem nenhum dever proposto pelos professores,meninos que ficam em casa dormindo, quando a mãe sai para trabalhar.. e ela, "não se dá conta" de que ele frequentou ou não, as aulas daquela semana...Diante de leituras que fazemos, diante das vivências ao longo destes anos que temos, chego a seguinte conclusão:Uma família, que não administra bem sua vida cotidiana dentro de casa, nas pequenas coisas, do dia a dia da família... Como pode partir para outros aprendizados, outras elaborações, se estes detalhes, da vida simples, não foram aprendidos? não foram praticados dentro de casa? crianças, que não colaboram com nada dentro das suas famílias, vão colaborar dentro de uma escola?, com seus professores? Não. definitivamente não. Então... escrevem mal, leem mal, elaboram mal, não prestam atenção alguma, em aula nenhuma... e os professores simplesmente, se perdem com tantos desacertos em todas as áreas da vida emocional, existencial, e intelectual dos seus alunos. Enquanto, a rotina destes, não forem restauradas, enquanto esta rotina, não for refeita, a partir dos seus pais, dentro da sua casa, nos seus pequenos detalhes... A sociedade continuará doente, e os lares levando todas estas mazelas, para dentro das escolas. ( este texto foi refletido a partir de uma tese de doutorado dos mestres: Maricel Alba Rebollar Sanchéz e Maria Dolores Córdova Llorca. La  Habana Cuba .

Educar.. para ensinar.


Oi !!! pessoal, eu li um texto esta semana muito bom, é um texto do mestre Rubem Alves, a quem aprendi a admirar muito, pela ousadia,  graça, e profundidade, do que escreve. São textos bem simples, mas, com verdades  profundas sobre o nosso cotidiano. Então, gostaria de algumas coisas compartilhar aqui, com vocês. O que aprendo,  gosto de contar aos outros.  Geralmente as crônicas de Rubem, são para reflexões da prática educacional de alguns professores, facilitadores, educadores, que lidam, militam diariamente em sala de aulas, com as mais variadas idades. Neste caso, ele faz uma reflexão abrangente de que ... Quem gosta de alguém, aprende o que ele ensina. O texto tem como título. Aprendo porque amo. Ele conta, que uma pessoa, que admira, ama, se identifica com outra, tem prazer de aprender, o que esta pessoa faz bem feito, faz de melhor. Então vem a pergunta: Por que então os alunos muitos, muitos mesmo, não aprendem, e não tem interesse nenhum em aprender, o que os mestres ensinam? Ele faz, então uma comparação, de alguém que não come, e não gosta de queijo, mas, tem um namorado, ou namorada, que gosta demais. Então, este, passa a gostar, de queijo. Professores agradáveis com os alunos, professores educados, que elogiam seus alunos, que são criativos na forma de trabalhar suas aulas, conseguem facilmente seus objetivos(ensinar) com seus alunos. Porque antes de cumprir suas obrigações, vão para a devoção, a relação de empatia, atraindo-os, com o seu jeito, suas atitudes,seu caráter, sua disposição em conquistar.  Não sei se isto acontece com vocês, mas, comigo é comum. Vez em quando, me pego lembrando de pessoas maravilhosas, que influenciaram a minha vida. Vem na memória, muitos professores, uns bem mais que outros. Mas, gostaria aqui neste texto, de pedir a vocês que são professores, que já estão nesta "estrada" há um tempinho... que parassem para fazer uma varredura na memória. É literalmente "botar a mão na consciência" e se avaliar, como fazem com seus alunos sempre. Vocês, estão conseguindo despertar o amor, a admiração, o respeito, a vontade de querer ficar junto dos seus alunos, para então, a partir daí, poder transmitir, aquilo de conteúdo necessário, que está proposto a fazer? Já ouvi, muitas vezes, de alguns bons professores, que eles, não são obrigados a gostar de ninguém em sala, que estão ali, para vender os conteúdos, já ouvi também que não dão conta de resolver nem seus problemas, vão tentar entender menino em sala? que esta relação,  tem que ser profissional, como qualquer outro trabalho... em fim, são muitos desabafos, muitos destes, bem pertinentes, nesta atual conjuntura que estamos vivendo, dentro das escolas. Mas, volto a falar, uma celebre fala ou filosofia... Devo florescer, onde estou plantado. Encantar, seduzir, como as flores fazem com as abelhas, como um bom vendedor, faz com seus clientes, como um tio (a) faz com seus sobrinhos. Educar, vai além de ensinar. Educar, é aprender primeiro a se relacionar. Instalada, uma boa relação, chegará a compreensão, o aprender, o criar, o produzir o bem do outro.

domingo, 17 de junho de 2012

Autonomia do educando...

Quando falo de educar, a primeira palavra que me vem a mente é aluno.Mas, aprendi há alguns anos atrás, que aluno quer dizer sem luz.Então, como dizer que uma pessoa por pequena que seja, não tenha luz, se somos feito a imagem do Criador. "vós sois a luz do mundo".Conclusão que cheguei: Todos nós temos luz, toda pessoa tem algo a ensinar a alguém.Educar, nada mais é que fazer a luz já existente no ser em questão, brilhar mais, aumentar o seu farol, para ser mais útil.Utilidade, é uma palavra interessante, porque a partir daí nós vamos direcionando, arrumando na nossa cabeça,para que serve,isso para serve aquilo, etc. Dentro desta questão , eu muitas vezes me pego perguntando. Para que serve uma escola? Esta escola que conhecemos, qual é a utilidade dela? Muitas situações já experienciei, dentro de uma escola. Tenho oportunidades de conversar com estudantes, que fazem o ensino fundamental, 6º ao 9º, e que não sabem porque estão estudando, não gostam do que fazem, e dizem que não sabem nada.Esta semana eu, pedi um estudante deste, para ler o texto que ele entregou como uma redação, encaminhada pela professora de português, e,  ela não sabendo o que corrigir, ou como avaliar , me mostrou o texto. Eu, não entendi uma palavra que estava ali naquele papel, convidei o autor para interpretar .. Ele, disse que não lembrava mais o assunto, por isso ele não entendia o que estava escrito.( parecia um dialeto) Este rapaz tem 14 anos, faz o 7º ano. Eu perguntei então. O que você entende por autonomia? ele me disse não sei. Por que então você vem a escola ? por que sou  obrigado pelo meus pais. Não gosto de estudar. Se seu pai pedir para escrever um bilhete e levar a padaria, você saberia fazer? acho que não. Você saberia fazer uma feira no super mercado? acho que não. Fica aqui uma indagação: Estamos formando pessoas autônomas?, estamos como escola, fazendo esta luz que já existe dentro do estudante brilhar mais? O estudante passa pela escola, ou a escola passa pelo estudante? Continuaremos esta reflexão em um outro momento.

sábado, 16 de junho de 2012

um pouco da história (Biografia)

Mn. Isabel Cristina Frazão Nogueira Mota é brasileira de Corrente do Piauí, filha de Josué José Nogueira e Noemi Frazão Nogueira. Bacharel em Música Sacra (1985) pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife Pernambuco. Bacharel em Pedagogia pela Uneb (Universidade do Estado da Bahia). Pós graduada em Intervenção Comunitária ACO, Ciências Sociais (Faculdades Integradas de Amparo SP), Gestão Educacional (Unopar). Casada com o Pr. Jônatas  David Brandão Mota. Mãe de três rapazes: Jônathas David, Matheus Levi e  Jozhué Beni. Algumas curiosidades:  O que mais gosta de fazer é Viajar; a cor que mais gosta é Amarelo, o que mais gosta de comer é Pizza. Dentro das suas responsabilidades como pessoa, como crente, é muito envolvida com tudo que diz respeito ao andamento dos cultos a Deus, dentro da educação Religiosa, da Música, e da integração daqueles que convivem com ela. Gosta de estudar a Bíblia e de conversar sobre os assuntos teológicos. É uma pessoa de fácil relacionamento com todos. Muito comprometida com aquilo que é convocada para fazer. Na vida secular, atualmente, trabalha na coordenação pedagógica do Município de Teixeira de Freitas BA, e como vice direção e tutoria do Pólo Unopar na cidade. Gosta muito de conversar, de  conhecer pessoas, e  de ensinar. Mas, acima de tudo, é uma ótima aluna para aprender com as pessoas. Gosta de uma leitura,  que tenha bons conteúdos, como por exemplo, as crônicas de Rubem Alves. Uma frase que ela gosta muito é "Florescer onde está plantado".

Cremos que qualquer pessoa pode aprender muito com qualquer das reflexões que esta querida irmã ofereça neste espaço de reflexão, ou outro qualquer que ela ponha o fruto de seu pensar.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Apresentação


O Portal do Site Oficial da Igreja Batista Central tem grata satisfação de abrir espaço para a colaboração, sempre produtiva e rica, da irmã, Mn. Isabel Cristina Frazão Nogueira Mota, esposa do Pastor da Igreja. Esta amada irmã, sempre muito polivalente na Obra de Deus, no Reino dos Céus, se notabiliza por suas convicções, sua liderança marcante, sua disponibilidade, seu jeito muito cristão de lidar com os desafios que surjam à porta de suas condições e oportunidades.

Abrindo este espaço virtual, ouvindo suas opiniões, sempre muito boas, estamos dando mais um passo para a valorização dos ideais buscado por este Portal, em todas as suas páginas, em todos os seus conteúdos disponibilizados. Assim, convidamos a todos, também por esta porta que abrimos, a se beneficiarem da melhor maneira possível, com o conteúdo mais bíblico que possamos oferecer.
Junto com o espaço a esta irmão, convocamos aos seus leitores que participem, postando comentários em cada contribuição que ela oferecer, e assim, mais gente poderá crescer com o que deixaremos como instrumento de reflexão posicionamentos.



Teixeira de Freitas BA, 15 de Junho de 2012